quarta-feira, 6 de abril de 2011

Amor/carinho

AMOR E CARINHO Numa afabilidade de carinho e sensações de um apurado destemor. Quero ver seu sorriso largo lutando pela conquista do nosso amor. Num dinamismo inusitado, almejado vejo seus lindos olhos saltitantes. Fitando os meus acastanhados num piscar brilhante sutil e esfuziantes. Bendizem os bons anjos da gratidão que a nossa vida será eternamente sagrada, Visto que, o nosso amor é sensação calorosa de uma união divina e consagrada. Que a felicidade será eterna duradora e que nosso carinho refletirá felicidades. Que a nossa vida será de venturas mil e a nossa união não será de vaidades e sim verdades. Amar e ser amado eis a questão, que a conquista será eterna de carisma benfazeja. Que os nossos laços não sejam em vão e que a nossa união terá viés de certeza. Pairando sobre nós a sensação febril potentada de nossos eternos e multifários carinhos. Numa união como o desejo ardente e viril que a energia fortaleça os nossos destinos. De dois apaixonados por inteiro que se beija, se amam e engalanam numa bela vida ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA AOUVIRCE- DA UBT- DA ACE- DA AVSPE

sexta-feira, 11 de março de 2011

O Conto, alguns aspectos deste gênero literário

Autor: Carlos Higgie
O CONTO
Alguns aspectos deste gênero literário
Introdução

Muitos teóricos discutem, até hoje, quais são os limites do conto, onde ele termina e onde começa a novela ou o romance, o que o diferencia da crônica, quais os aspectos que fazem dele um conto e não outro tipo de narrativa.
Num movimento cíclico, com momentos de auge e outros de puro ostracismo, o conto tem acompanhado, desde os primórdios, o avanço da humanidade através do tempo, num meio que, na maioria das vezes, é hostil e nada propício para criar, ouvir ou ler esse tipo de narrativa.
Partindo das inscrições nas cavernas, das narrativas quase guturais ao redor das fogueiras, passando pelos relatos de antigas culturas, pelo tremendo impulso dado pelos jornais no século XIX, chegaremos aos nossos dias, mergulhando rapidamente no conto breve e até nos contos publicados na Internet que, muitas vezes, fogem dos padrões e estão criando novos formatos dentro deste tipo de narrativa. Nesse primeiro momento, faremos um rápido histórico do gênero, analisando, portanto, as principais características do enredo no conto.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Canção Do Exílio

Autor: Profª Bia Senday
O poema "Canção do exílio" foi escrito pelo poeta brasileiro Gonçalves Dias em 1843, na cidade de Coimbra, sendo primeiros poemas do livro "Primeiros Cantos". Trata-se da obra prima desse poeta brasileiro, pertencente à primeira geração romântica, como um dos mais famosos poemas da língua portuguesa no Brasil.
O segundo poema é o "Canto de regresso à pátria", escrito pelo poeta, ensaísta e dramaturgo brasileiro Oswald de Andrade. Ele foi um expoente e promotor da Semana de Arte Moderna de 1922, na cidade de São Paulo, e pertenceu à primeira geração modernista. Oswald de Andrade foi considerado, já em sua época, o mais rebelde de seu grupo.